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Liszt Rangel

Liszt Rangel

Liszt Rangel é jornalista, psicólogo, com atuação clínica, de base analítica, e historiador, com pesquisas acerca das Civilizações Antigas. Há quase 20 anos se dedica a estudar o Jesus Histórico e o Cristianismo Primitivo, realizando investigações na Europa, Oriente Médio e África. Como escritor, já publicou dez livros, sendo cinco livros na área da Psicologia.

As narrativas encontradas nos evangelhos atribuídos a Mateus e a Lucas situam o nascimento de Jesus em Belém, na Judeia. Todavia, não são poucos os pesquisadores que tomaram por princípio que de fato, o nascimento dele teria ocorrido na Galileia, em Nazaré, ou em suas proximidades.

Todos aqueles povos que não possuíam o estilo de vida romano, eram, invariavelmente, denominados de bárbaros. Assim, germânicos, celtas, gauleses, judeus e outros foram definidos. Ter a cultura romana, ser um cidadão romano em qualquer parte do vasto Império, quer por direito de nascença ou adquirido durante a vida, representava o que hoje analogamente se diria de alguém que pertence a uma cultura de um país de primeiro mundo, ou seja, uma pessoa civilizada.

Era alta madrugada. O nevoeiro cercava as águas tranquilas e ao mesmo tempo correntes do rio Tâmisa. As primeiras claridades se anunciavam, mas para uma mulher não. Seria sempre escuridão. Ela, assim como outros traidores entrou pelo portão que recebera seus nomes, The Traitors’ Gate, O Portão dos Traidores.

Quem já visitou o sul da Itália, ou leu em algum livro ou assistiu documentários, deve ter conhecido ou ouvido falar de Nápoles, Capri, Herculano e a famosa Pompeia.

Esta, mais uma vez, recentemente, inspirou um roteiro cinematográfico, "Pompeia". O filme não é nem uma obra prima, mas tem seus méritos por trazer à tona um importante acontecimento da história da Humanidade. Basicamente, ele narra um ardoroso romance entre um escravo celta e a filha de uma família aristocrata. O Vesúvio e a tragédia ocorrida na região, também recebem atenção, enquanto a narrativa central, num misto de amor e vingança se desenrola.

 Na lista das atrocidades cometidas pelos cristãos, está o assassinato de Hipátia, uma das maiores almas que já pisou este planeta sombrio. Astrônoma, matemática, filósofa neoplatônica, e excelente oradora, além de uma bela mulher, a filha do cientista Teão nasceu no ano 370 d.C. e foi miseravelmente assassinada pelas mãos dos cristãos, em Alexandria, Egito, no ano 415 d.C.

Não há até o momento muitas informações acerca daquela que foi a última rainha do Egito e que ainda hoje permanece como ícone de beleza e sedução. Interpretada nas telas de cinema, a verdadeira Cleópatra ainda se conserva envolta em muitos mistérios e o pouco material que se tem sobre esta "prostituta do leste", como assim foi chamada por Herodes, o Grande, vem justamente das fontes romanas.

Ao contrário do que se costuma pensar, há uma grande diferença entre a palavra Self  e selfie. Esta última é muito usada no momento por celebridades e ilustres anônimos e não tem qualquer relação com o Self. A expressão inglesa pode significar, "Eu", "si mesmo", "personalidade", "natureza" e até "caráter". Sendo assim, tirar uma selfie significa fotografar a própria imagem, porém a fotografia assim mesmo, não irá captar seu Self.

Não é de hoje que as religiões professam a salvação, a condenação e o julgamento no mundo espiritual que aguarda os bons e maus, os justos e injustos.

Como disse o filósofo francês Bergson, "as religiões, na tentativa de acabarem com o egoísmo na Terra, estimularam o egoísmo no céu".

Isto se reflete no comportamento atual pelas neuroses obsessivas em torno da salvação e do que as pessoas são capazes de fazer por um lugarzinho no paraíso.

Considerada uma das sete maravilhas do mundo, a grande pirâmide, a de Quéops, foi construída por ordem deste faraó que reinou de 2553-2530 a.C. O filho do faraó Sneferu, Quéops, ou Khufu a partir do momento que foi consagrado rei, começou a construção de sua eterna morada.

Se levarmos em conta a estatura de 1,63m de Ramsés, não dá para chamá-lo de O Grande. Foi considerado como tal pelo seu gênio bélico, pela propaganda que espalhou em todo o país, quer através das suas imagens sempre esboçando poder quer pelas Estelas de pedra que ainda hoje sobrevivem juntamente com outras inscrições como as encontradas no templo de Luxor que narram a trajetória das grandes campanhas vencidas por Ramsés. Outras guerras que exaltam as conquistas do faraó da 19ª Dinastia aparecem nas paredes do Ramesseum, espécie de templo funerário construído por ele, situado à Oeste do Nilo, em frente a Luxor.

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